1. Não há direito do Primeiro e Primeiro - de protesto NEM da imprensa - de entrar em um local de culto e encerrar um serviço religioso. Lemon não tinha "direito" de estar ali, nem como jornalista nem como manifestante. 2. As igrejas possuem proteção legal sob a Lei FACE que deixa claro que interromper/interferir no serviço/acesso dos paroquianos ao serviço é um ato criminoso. Você não recebe um passe livre só porque diz "ah, eu pretendia vir aqui - onde não posso - para interferir no seu culto colocando um microfone na cara das pessoas, mas tudo bem porque estou fazendo isso pelo meu canal do YouTube!" 3. Se Lemon tivesse ficado na calçada, como todo jornalista sabe que devemos fazer ao cobrir uma matéria em propriedade privada, a menos que tenhamos permissão prévia para entrar (todos lidamos com isso – às vezes é um saco conseguir permissão, e muitas vezes significa que perdemos as melhores fotos, MAS CUMPRIMOS A LEI PORQUE TODOS SABEMOS QUE PROPRIEDADE PRIVADA MUDA NOSSOS DIREITOS), Esse seria um caso diferente. Ele não fez. Ele invadiu, e não apenas em uma casa ou negócio particular (o que poderia ter resultado em um processo de invasão) – mas em uma igreja no meio de um culto, o que, infelizmente para Lemon, invoca todo tipo de DIREITOS SÓLIDOS dos frequentadores da igreja. Em resumo, ele escolheu o evento errado para invadir. As pessoas ficaram feridas. Eles estavam assustados. Ele sabia disso e seus comentários na câmera provam que ele sabia. Ele quebrou a lei. Ele não só vai ser processado, vai ser processado. Por muito dinheiro. E deveria.