Na verdade, concordo que os tokens deveriam representar uma nova classe de ativos. O problema é que ainda não chegamos lá. Só precisamos que a lei se atualize para que os tokens possam se sustentar sozinhos, em vez de serem forçados a usar modelos para os quais nunca foram projetados. Atualmente, os tokens continuam sendo colocados no balde dos "memes inúteis" ou "valores mobiliários" porque nossos marcos legais e regulatórios não sabem o que fazer com a propriedade digital que não é ações. Mas existe um caminho real a seguir. Tokens podem criar propriedade sobre infraestrutura on-chain, fluxos de caixa e propriedades digitais sem forçar cada detentor a se tornar um mini-governador ou operador diário do protocolo. Isso é fundamentalmente diferente das ações, e merece uma categoria própria. Não sei, o futuro parece promissor.
Ariel Givner
Ariel Givner22 de nov., 09:56
Tokens ≠ ações Não é tão difícil assim.
Dou crédito ao grande @jchervinsky por me ajudar a entender o quão importante essa necessidade é/ o quão possível tudo isso pode ser se os reguladores acompanharem (e quiserem entender).
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