É hora de rebranding da privacidade.
Faça do ato de encriptar e proteger a sua identidade um sinal que diz:
"Sou independente, inteligente e não sou facilmente manipulado."
Precisamos de uma transformação cultural e de resistir à linguagem vergonhosa que exige que justifiquemos nosso desejo por privacidade.
"O que você tem a esconder" precisa ser substituído por "O que eu escolho compartilhar"