O "ciclo de 4 anos" tornou-se vago, até mesmo ineficaz.
É hora de abandonar a ideia de "comprar na grande baixa em algum momento e depois vender no topo em algum momento".
O mercado, assim como a vida, é perpétuo e não pode ser dividido por alguns eventos.
O fundo é uma faixa e não um momento, o topo também. As compras devem ser feitas em partes, assim como as vendas. Em vez de "vender no topo", é melhor abrir mão ativamente de alcançar o topo.
O relatório do JPMorgan destaca o risco de a MSTR ser removida do índice MSCI, o que pode resultar em 2,8 bilhões de vendas diretas e 8,8 bilhões de vendas indiretas, gerando grande descontentamento na comunidade Bitcoin.
A comunidade até suspeita que o JPM possui uma grande posição vendida em MSTR.
A comunidade está convocando os investidores de varejo a comprar e manter MSTR, e a encerrar contas bancárias no JPMorgan como forma de protesto.
Isso lembra o evento de 2021 com os investidores de varejo da GME em Wall Street, embora as diferenças sejam significativas.
Sempre que o preço cai drasticamente, há sempre alguém no grupo a dizer que a indústria está acabada e que devemos voltar às blockchains de consórcio. Neste setor, a longo prazo, é preciso acreditar em algo para que faça sentido continuar a jogar.
Ou se acredita no BTC — como reserva de valor e proteção contra a inflação, superando o ouro.
Ou se acredita no ETH — como camada de liquidação financeira, trazendo a transparência e eficiência da blockchain para mais indústrias e ativos.
Se não acreditar em nenhum dos dois, é melhor sair e ir ganhar dinheiro em outro setor, não perca tempo no mundo das criptomoedas.